Todas as editoras pequenas (mas de ambição vasta) deviam ter os Wilco convidados para uma visita e um concertito privado, um dia por mês (não sou assim tão tresloucado), todos os meses. Para motivar os trabalhadores e alegrar as administrações. Eles visitavam a rotunda Nuno Rodrigues dos Santos, por exemplo, e os editores ofereciam um livro por música, um café bem servido e um abraço.
Fica a sugestão.
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guilherme